quinta-feira, 18 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Entrevista com Tatiana Goldgaber, participante do Yad Vaed 2011
1) O que o motivou a participar do Yad Vaed?
O assunto do Holocausto sempre me interessou. Apesar de não ter perdido familiares, já desejava fazer esta viagem em algum momento da minha vida. Como esta seria aliada a aulas sobre o tema, decidi fazer o Yad Vaed, para ampliar meu conhecimento.
2) As aulas permitiram que a sua visão sobre o holocausto e direitos humanos fosse mais ampla? De que forma isso ajudou na sua viagem?
As aulas ajudaram na viagem, principalmente sobre a vida judaica pré-holocausto. Bund, assimilacionismo, etc. não eram assuntos desconhecidos. Além disso, a preparação prévia nos ajuda a chegarmos mais preparados emocionalmente. Isso não significa um menor impacto sobre o que vemos, na verdade, nos ajuda a lidarmos melhor.
3) Qual foi o ponto alto da viagem?
Para mim, Mário Sinai.
4) O que você mais gostou na Polônia?
Do contraste entre Majdanek e Auschwitz (“artesanal” x “industrial”, calor x chuva). Também gostei do dia de passeio em Cracóvia e da noitada também!!!
5) O que você mais gostou em Israel?
Adorei Tel Aviv, o shabbat no porto. Gostei da palestra de sábado à tarde (perdão, esqueci o nome do palestrante).
6) Qual foi a maior lição da experiência?
A lição é algo muito individual. Eu tinha um grande medo em relação à morte, principalmente sobre o que esperar após ela. Essa viagem, de alguma forma, fez este medo diminuir; o modo como as pessoas morreram e, principalmente, como várias enfrentaram a morte foram fundamentais.
7) O que você pretende fazer com o aprendizado recebido?
Aperfeiçoar minha prática médica na relação médico-paciente. Continuar firme e forte no Coexistência. Fazer com que o projeto de aulas sobre o Holocausto vá adiante.
8) O que você diria para quem pretende fazer Yad Vaed?
“Faça a viagem, ela provavelmente vai mudar seu jeito de ver a vida.”
Entrevista com Felipe Schvartzman participante do Taglit Birthright Israel Hillel Rio 2011
1. O que o motivou a participar do Taglit?
Meu irmão já tinha participado do Taglit pelo Hillel de São Paulo e acabou me incentivando.
2. Qual foi o ponto alto da viagem?
Numa uma viagem de 10 dias, 40 pessoas, com o dia começando cedo e terminando tarde, programação intensa, admito ter muita dificuldade para escolher o ponto alto da viagem. Alguns momentos marcantes foram o cabalat shabat no porto de Tel Aviv, a subida à Massada, a visita ao Kotel, o paradisíaco Kibutz de Ein Gev, o Mar Morto e o passeio de caiaque, que foi bem divertido.
3. O que você mais gostou em Israel?
Vou aproveitar a resposta da pergunta nº 2.
4. Você acha que foi importante conhecer o grupo antes de viajar?
Sim. É claro que a maior interação com o grupo veio mesmo na viagem, mas conhecer o pessoal antes foi importante.
5. As peulot foram importantes para a sua viagem?
Sim. As peulot foram um ótimo ponto de partida.
6. Qual foi a maior lição da experiência?
Israel é um país que vale muito a pena conhecer. Apesar disso, não devemos abrir mão do nosso senso crítico. O país é maravilhoso, mas isso não significa que é perfeito.
7. O que você diria para quem pretende fazer o Taglit pelo Hillel?
Não só recomendo, mas obrigo que façam! É um programa que proporcionou ótimas experiências a todos, cada um à sua maneira, mas o resultado é o mais positivo possível.
8. Você gostaria de voltar a Israel?
Com certeza!
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Nossas origens e as origens dos nossos pensamentos
Por Nathan Klabin (voluntário do Biná Peoplehood)
O programa de Liderança Empresarial e Comunitária é um projeto que reúne jovens adultos de comunidades judaicas de diferentes cidades do Brasil durante 4 encontros que duram 1 semana cada um desses encontros. Esses encontros ocorrem ao longo de 1 ano, sendo 3 encontros em São Paulo com aulas no Insper e o último encontro é uma viagem para Israel onde mais aulas são ministradas, dessa vez na Universidade de Haifa.
Nesse ano de 2011 a segunda classe foi feita, aproveitando experiências aprendidas da primeira turma feita no ano passado. Somos uma classe de 35 jovens selecionados desde Natal até Porto Alegre e possuímos as mais diferentes formações acadêmicas e orientações judaicas. Portanto essa é uma tentativa de formar um grupo multidisciplinar e plural, capaz de avaliar criticamente as questões judaicas das suas cidades e do Brasil.
Será que essa esforço é válido? Certamente, apesar de academicamente de eu estar apenas revendo superficialmente certas idéias que já conhecia. Nessa primeira semana estou me familiarizando com questões das comunidades judaicas de outras cidades. Acredito que esse tenha sido o aspecto do qual mais me beneficiei. Sendo um freqüentador do Hillel, acredito estar familiarizado com a reflexão crítica sobre a ação humana e sobre o judaísmo. Comparativamente, observo que esses jovens adultos estão conscientes dos problemas que atingem suas comunidades, porém ainda não estão conscientes da natureza desses problemas, da problemática.
Liderança, poder, legitimidade e autoridade foram algumas das questões abordadas durante essa semana. Porém para mim o mais urgente foi compreender a necessidade de se desenvolver uma consciência de comunidade judaica brasileira ao invés das comunidades judaicas regionais. A falta de profissionalização, a falta de renovação de lideres e a conseqüente falta de idéias novas é ao mesmo tempo efeito e origem dos problemas judaicos brasileiros. Alguns desses problemas são a assimilação, a tentativa de limitar judaísmo à esfera religiosa, falta de recursos para projetos e a falta de projetos para recursos.
Para resolvermos tudo isso, falta ainda a conscientização mais ampla de todos nós. Os resultados desse curso só serão observáveis a longo prazo. O surgimento de uma cultura judaica brasileira, capaz de contribuir para uma cultura judaica de nível global deve ser o objetivo final. Pois é na da troca cultural que se gera riqueza, assim como na troca mercantil. A reinvenção de uma cultura deve ser antecedida pela reinvenção de como ela se vê. Valores elitistas, provincianos e retrógrados não serão extintos, porém devem ser retirados das nossas lideranças egocêntricas. Lamentavelmente até hoje nossas possíveis lideranças com capacidades transformadoras acabam indo para Israel , restando para nós as lideranças acomodadas e egocêntricas. Resta agora que criemos uma consciência judaica genuinamente brasileira.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Jovens do Hillel em New York!
"O que todo mundo já sabe é que Nova York é uma cidade com um grande número de cidadãos judeus, um bom lugar para fazer compras e entretenimento. Este mês, os frequentadores do Hillel Rio de Janeiro, Argentina , Uruguai e Estados Unidos irão explorar a cidade de uma maneira diferente. Ao invés do tradicional roteiro que começa na Brodway e termina na Times Square, nossos voluntários vão descobrir lugares como o Museum of Jewish Heritage, The Spanish and Portuguese Synagogue (primeira sinagoga da América do Norte), e o Lower East Side (antigo bairro judaico).
Estes jovens são parte do Jewish Heritage New York, uma iniciativa de Diane Wohl, que proporcionará aos participantes dos Estados Unidos e da America Latina, a oportunidade de descobrir a rica vida judaica da cidade mais famosa do mundo, fortalecendo sua identidade como comunidade e fazendo novas amizades.
Logo após, os onze voluntários do Hillel Rio de Janeiro participarão de um Seminário do Hillel Internacional na Universidade de Washington em Saint Louis, onde compartilharão momentos inesquecíveis com mais 900 frequentadores dos hillelim de todo mundo."
Museum of Jewish Heritage
Lower east side
quinta-feira, 7 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Reunião de pais e jovens do Yad Vaed com Gucia Fiszman
Os pais e jovens do Yad Vaed 2011 receberam juntos, Gucia Fiszman, sobrevivente do holocausto. Ela contou um pouco da sua história e emocionou a todos os presentes.
Esta foi a última aula dos participantes antes da viagem e o fechamento não poderia ter sido melhor, ao termino da conversa todos estavam ansiosos esperando o momento de explorar um lugar rico em histórias e lições de vida.
O Yad Vaed embarca para a Polônia na próxima segunda-feira, dia 11 de julho.
Acesse: http://yadvaed.wordpress.com/ para ler o depoimento dos participantes de 2010 e para acompanhar a viagem do grupo de 2011.
Alfabetização de Hebraico no Hillel
Ontem foi o último dia de aula do nível alfabetização de hebraico.
As aulas experimentais do segundo semestre começam em agosto!
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Seminário do Yad Vaed em Nova Friburgo
Os jovens participantes do Yad Vaed, programa do Hillel Rio sobre o Holocausto, direitos humanos e democracia, passaram o último final de semana em um seminário realizado em Nova Friburgo.
O objetivo foi realizar um fechamento do ciclo de palestras sobre o assunto, onde os jovens tiveram contato com o tema através da perspectiva de professores especializados em diferentes áreas como literatura, história e psicologia. No seminário aconteceram debates sobre atos de homenagem as vítimas, a história de Janusz Korczak e o levante do Gueto de Varsóvia.
Na próxima segunda-feira, dia 11 de julho, estes jovens participarão de estudos de campo na Polônia e Israel que contará com um seminário no Yad Vashem.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Os programas de longa duração em Israel atraíram 100 pessoas para o STAM PUB especial MASA.
Os jovens conversaram com representantes dos programas. Ganharam brindes e um catálogo completo com as possibilidades de estudo, estágio e voluntariado em Israel.
O restaurante Pittas serviu deliciosos Shawarmas, faláfel e porções de kibe, comidas sempre elogiadas pelos voluntários!
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